terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Texto argumentativo

Todos os dias, nos programas televisivos, as crianças vêem cenas de violência ou menos próprias. A violência na Televisão é enfeitiçadora e memorável. Uma cena que dura apenas alguns segundos, transmitida numa pequena parte de um programa pode ser recordada a longo prazo mais do qualquer outra cena da história. A violência possui uma mensagem muito contagiosa e produz frequentemente um efeito directo.A Televisão é simplesmente a nossa maior influência. Muitos jovens praticaram milhares de crimes representados na Televisão quando atingiram a idade de 18 anos. Não é despropositado assumir, fazendo um balanço de probabilidade, que esta preocupação com a violência está intimamente ligada a efeitos prejudiciais.As crianças imitam o que vêem. Elas transformam isso em jogos, magoando outras crianças. A violência brutaliza. Torna as pessoas rudes e deprime os outros. O seu impacto é aniquilador e corruptível. A violência na Televisão não é só agressão infantil física ou verbal, tal como bater em alguém. Ela representa formas directas e sérias de agressão. Por exemplo, disparar um revólver sobre alguém, atacar uma vítima com um faca, atear fogo num edifício, cortar alguém com uma garrafa partida são cenas drásticas produzidas para dar efeitos visuais.As crianças imitam frequentemente as cenas violentas dos filmes.Não se pode "desligar" a mente ou abster-se de algo desagradável que está a ser transmitido a cada momento. Os pais não podem estar presentes a todo o instante para assistir com as crianças aos programas infantis durante as horas que elas dispõem.

Pergunta 5 do teste de avaliação

O nacionalismo de Manuel transmite-se na defesa de valores da pátria, pois ele é um homem nobre e determinado.

Texto livre

A aparência




Madalena era uma menina com um coração de ouro. Com 15 anos de idade, na fase de adolescência, provinha de uma família humilde e pobre. Era uma criança inteligente, não era por ser de um estatuto inferior que não podia ter as capacidades de outra criança. Madalena não tinha uma vida fácil, tinha que lutar se quisesse ser alguém na vida. Estava a passar a pior idade de sua vida. Madalena entrou no secundário, e ai começaram sempre a criticá-la, ou era por não ter roupa de marca, ou por outra coisa qualquer. Passava o seu dia-a-dia sozinha, isolava-se sempre. Com o passar do tempo Madalena começou a viver a vida de outra perspectiva. Começou a sair á noite, a frequentar sítios para a idade dela. Mas Madalena continuou a ser o que era. Mais tarde conheceu Filipe, um rapaz por quem ela ficou deslumbrada. Começaram por se conhecer melhor um ao outro, e ele próprio disse que não se deve julgar as pessoas pela aparência, mas sim conhecer a pessoa sem a julgar e conhecer o interior dela. Madalena ficou encantada com as palavras dele, contando toda a sua história. Descobriram que tinham várias coisas em comum, e uma delas é que eram vizinhos. Começaram a namorar, e ter um futuro á sua frente. Madalena encontrou a outra metade de si.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Apresentação Pessoal

Nome: Vânia Alexandra Amaral Laceiras
Data de Nascimento: 07/06/91
Localidade: Carregal do Sal
Ano: 11º
Turma: C
Área: Línguas e Humanidades
Passatempos: navegar na Internet, ver televisão, ouvir música

Texto Argumentativo sobre o Casamento Homossexual

Boa tarde. Estamos aqui presentes para debater o tema do casamento homossexual. Eu defendo que o casamento homossexual não deve ser proibido no nosso país. A oposição diz que o casamento homossexual destina-se à procriação, mas se assim fosse, também não deveria ser permitido o casamento de pessoas inférteis. Dizem também que os casais homossexuais não constituem ambiente adequado para criar uma criança. No entanto, é permitido a criminosos, a assassinos de crianças criarem os seus filhos. Se as crianças fossem consideradas uma verdadeira prioridade, isto também não seria permitido. Está provado que crianças criadas por homossexuais e heterossexuais são semelhante. O que importa é o amor transmitido. Também já foi afirmado pela oposição que os casamentos homossexuais são imorais, segundo a palavra da bíblia. O casamento não é uma instituição religiosa, mas sim o matrimónio. Para além da bíblia também defender actos como a sacrificação de familiares, entre outras coisas consideradas pela sociedade “imorais”. Aqui está presente a minha contra-argumentação, onde defendo que o casamento homossexual deve ser permitido.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

pergunta do teste

5.1- A conclusão aqui expressa e a tese inicial relacionam-se da seguinte maneira: Portugal tem uma grande desigualdade entre pobres e ricos e nesta conclusão verificamos isso mesmo, os ricos ficam cada vez mais ricos à custa dos pobres, ficando estes cada vez mais pobres, mas isto não se passa só em Portugal mas em muitos outros países.